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Progressiva

 

 

 

escova progressiva é um método de alisamento e redução do volume dos cabelos, diminuindo também o frizz. Ela é chamada dessa forma porque, a cada vez que se realiza esse procedimento, o cabelo apresenta melhores resultados nesses quesitos.

 

Inicialmente as escovas progressivas costumavam ter formol, mas como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que os produtos usados nesses procedimentos podem ter no máximo 0,2% deste elemento químico em sua concentração, devido aos riscos para a saúde, hoje ele foi praticamente retirado da fórmula.

Outros nomes

Defrizz

Indicações escova progressiva

O método é indicado como uma forma de alisamento, além de retirar o frizz e o volume dos cabelos. Normalmente ele é indicado para mulheres que tem cabelos crespos e volumosos, mas contraindicado para mulheres de cabelo afro, pois esses fios costumam a ser mais porosos, portanto podem ser danificado pelo método.

Como é feita escova progressiva

No salão, o primeiro passo é lavar os cabelos com um xampu de limpeza profunda. Depois o cabelo é secado e o cabeleireiro aplica o produto. Então, o cabelo é secado novamente com o produto e o profissional depois modela os fios com a chapinha, permitindo que eles fiquem lisos. Por fim é feito um enxague e um creme de tratamento é aplicado para finalizar.

Hoje, a maior parte das escovas é feita com carbocisteína, um aminoácido que abre as estruturas do fio, o que permite que o alisamento seja feito depois com a ação da chapinha. Porém, para que o cabelo fique liso mesmo, é preciso depois os fios sejam fechados novamente. Nesse momento que o formol atuava, mas, apesar da quantidade recomendada pela Anvisa ser a mais segura para a saúde, ela não é suficiente para que o produto cumpra seu efeito. Por isso mesmo, ele normalmente é substituído pelo tioglicolato de amônio e a etalonamina, substâncias semelhantes a ele, mas que causam muito menos dano aos cabelos.

Entre os danos causados pelo formol na saúde podemos listar queimadura, descamação do couro cabeludo, queda do cabelo, ardência nos olhos, falta de ar, tosse, dor de cabeça, enjoo, vômito, desmaio. No entanto, alguns produtos ainda podem ter formol em sua formulação. É fácil perceber isso quando o produto solta fumaça, já que esse produto tem um cheiro característico. Mas, para não ser pego de surpresa na hora, o ideal é pedir para verificar se na embalagem está escrito que contém formaldeído ou poliformol.

 

 

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